Quarta-feira, Novembro 26, 2008

Encontros

A vida tem surpresas que talvez compense aguardar.

Quem sabe, segredos tão bonitos que o amor quer revelar.

Nos encontros que esta vida, preparou para nos surpreender, são talvez encontros revelados a quem vive para amar.

Porque quem ama, entrega-se para servir e crescer, pois o amor é uma escolha de quem quer a felicidade.

Sexta-feira, Novembro 21, 2008

Ciúme

A dada altura todos os meios são válidos para alcançarmos um fim... o da nossa relação. É por isso que os ciúmes me envergonham, porque a agonia dos ciúmes surpreende muita boa gente.

Há quem use preservativo e seja apanhado na mesma. Há quem use óculos e deixe de ver. E há quem seja inteligente, e mesmo assim vá à bruxa.

Os ciúmes acabam sempre por ter a ver com a intensidade da paixão. Ou com a segurança que a outra pessoa nos dá. Ou ainda com a que temos em nós mesmos...
Ninguém sai ileso, embora haja quem se saiba comportar melhor.

Eu confesso que se estiver apaixonada sou ciumenta... saudavelmente ciumenta... Que é sentir aquela dorzinha na barriga sempre que alguma gaja deixa cair qualquer coisa ao chão só para ter que apanhar de rabo espetado para o meu mais-que-tudo. E olhem que a barriga já me doeu muitas vezes, por isso sei do que falo.

O ciúme cego, que não é saudável, só se começa a manifestar em nós quando começamos a fazer coisas que nunca nos veríamos a fazer, tais como espreitar telemóveis, remexer em bolsos, apanhar olhares que na nossa cabeça só podem ser para ele, vasculhar-lhe as coisas, ou cheirá-lo e achar que ele cheira a sexo (que não o nosso). E tudo isto é feio.

Suspeito que os homens não confessam os seus ciúmes com medo que a voz lhes falhe. Já nós mulheres, é só garganta, por isso sai-nos tudo em discurso descoordenado para desfazer o nó que a dúvida emaranhou.

Nenhum homem gosta de assumir que a mulher lhe pode fazer mossa quando é cortejada por outro homem. E ela passou a dar importância ao colega que reparava nos seus pormenores, e ele acaba por asfixiar nos ciúmes que nunca teve. Acontece muito, não é?

Mas também pode acontecer o contrário. Ela nunca achou que havia razões para ter ciúmes. Era mais bonita que ele, e teimava em subestimá-lo. Um dia ele conheceu alguém como ele, e nunca mais viu beleza nela.

Desprezar os ciúmes é mau, mas tornarmo-nos desprezíveis por causa deles é capaz de ser pior. Por isso, entre homens e mulheres venha o ciúme e escolha.

Terça-feira, Novembro 18, 2008

XX

Puedo escribir los versos más tristes esta noche.

Escribir, por ejemplo: "La noche está estrellada,
y tiritan, azules, los astros, a lo lejos."

El viento de la noche gira en el cielo y canta.

(…)

Aunque éste sea el último dolor que ella me causa,
y éstos sean los últimos versos que yo le escribo.

Pablo Neruda (1904-1973)

Segunda-feira, Novembro 03, 2008

A Alma das Letras

Começo desenfreadamente a escrever... Não sei bem porquê... A caneta ganha vida na minha mão direita, e entre os meus dedos ferve. Como a temperatura é elevada neste utensílio! Utensílio?

Sim, mas também, porta de entrada e saída da minha alma. Confidente, Amiga, sempre perto do meu peito, junto ao coração. Quantas pessoas guardamos assim junto ao nosso peito e coração?

És Tu! Amiga, com o corpo repleto de tinta, que registas o que medito e mais tarde leio. É tão bom poder usar-te, sem a minima preocupação de ouvir um único lamúrio ou queixume. De ti? Que recebo? Apenas tinta a escorrer, como sangue que corre pelas veias e brota para o exterior.

E é no exterior, que ganha forma e corpo, sobre um simples pedaço de papel. E é neste simples pedaço de papel que ambos mostramos em forma de letras...
TODA A NOSSA ALMA

Sábado, Novembro 01, 2008

"E agora?"

Cena verídica ocorrida hoje num centro comercial da capital:

As escadas rolantes seguem cheias. Todos olham para cima, ou para a escada fronteira que desce. A certa altura, a escada deixa de subir. Pára. Muitos dos seus momentâneos "passageiros" ficam desorientados, espantados, sem saber o que fazer. Uma criança pergunta:
- e agora?

Por regra, não paro em escadas ou passadeiras rolantes, e irrito-me quando as pessoas param e bloqueiam a passagem. Tenho para mim que o objectivo destes apetrechos urbanos é fazer com que as pessoas cheguem mais rapidamente ao outro lado, não servirem-se delas como uma espécie de teleférico junto ao chão.
Por isso, hoje esta cena foi de uma ironia suprema. As pessoas já nem sabem subir escadas e ficam perdidas perante coisas tão simples.
Que raio de pessoas fazem parte desta sociedade?

Quarta-feira, Outubro 22, 2008

Onde começa… até onde vai…

8 da manhã, um grupo de jovens entre os 11 e os 13 anos agride selvaticamente um cão até o deixar ferido, assustado e enraivecido. Numa aberta o animal consegue fugir entrar num edifício e refugiar-se numa divisão. Sem saber o que se passara, um adulto aproxima-se calmamente e vendo-o ferido e assustado tenta fazer-lhe uma festa para depois o tirar dali e tratar. Mal se aproxima o cão atira-se a ele cravando-lhe fortemente os dentes.

(…)


- E agora? Que lhe acontece?

- Vamos levá-lo para o canil e o mais provável é que seja abatido.

(…)

Processo de inquérito aos miúdos


- Porque bateste assim no cão?

- Eles também estavam a bater.

- Mas tu, porque lhe bateste tu???

- Não sei.

- E tu? Porque estavas tu a bater assim no cão??

- Não sei.

- E tu?

- Eu cheguei lá, eles estavam a bater e eu também bati.

- Mas porquê???

- Não sei.

(…)


O que leva um grupo de jovens a uma atitude destas? Que vivências tiveram durante os 11 ou 13 anos de vida que os transformou nestes agressores? Que valores (ou a falta deles) lhes foram transmitidos ao longo da vida? Que educação estamos a transmitir aos nossos descendentes? Onde começa e até onde vai a selvajaria destes jovens?

:(

Sexta-feira, Outubro 17, 2008

Viceversa

Tengo miedo de verte
necesidad de verte
esperanza de verte
desazones de verte

Tengo ganas de hallarte
certidumbre de hallarte
pobres dudas de hallarte

Tengo urgencia de oirte
alegria de oirte
buena suerte de oirte
y temores de oirte

O sea,
resumiendo,
estoy jodido
y radiante

Quizá mas lo primero
que lo segundo
y también
viceversa

A belezas das letras, ou as letras em beleza (ou viceversa, não?)
Mario Benedetti é considerado um dos mais importantes escritores uruguaios da actualidade. [descoberto aqui]

Quarta-feira, Outubro 15, 2008

O síndrome da namorada do filho

Hoje a propósito do pânico manifestado por uma colega, lembrei-me de algumas frases que me parecem válidas para todos.

Não sei se as proferimos exactamente assim quando chegou o momento, mas sei que foi assim que as sentimos e... se connosco resultou... é capaz de também resultar convosco, amiga. É que afinal, no início a namorada do filho é tão difícil para a mãe, como a mãe do filho para a namorada, mas o papel de cada uma nunca se irá permutar e ambas constituem o complemento da vida dele.


Costumo chamar-lhe a síndrome da namorada do meu filho. É um fenómeno que visto à distância, me faz sorrir.


“Socorro, ele vive ao telemóvel, já não é o melhor aluno, não pára em casa e pior, aquela rapariga está afastá-lo da família, dos amigos, de tudo, é um verdadeiro monstro.”


“Sou um homem e sei muito bem o que faço. Que mania de se meterem na minha vida. Estou apaixonado, dão licença?!!!”

“Sabes, se nas aulas estiveres atento, precisarás estudar menos, sobra mais tempo para namorar e se conhecerem melhor, que tal?

Não precisas ser o melhor aluno, mas será bom garantir a entrada na universidade, não vais querer que ela entre e tu continues na escolinha. Quem sabe não entram na mesma? Era giro e ficavam mais perto!”

“Sabes, não precisas ter medo, isto não é um concurso. Ela nunca será minha mãe e tu nunca serás minha namorada. Mas a ti eu já conheço bem e amo-te incondicionalmente, a ela ainda estou a conhecer e… estou apaixonado, preciso tempo”

“Sabes, nós sentimos a tua falta e os teus amigos também. E tu tens tempo e espaço para todos, não tens?!”

“Sabes, ela ainda está insegura, como eu e como tu, tudo isto é novo para nós. Não é um ponto é só uma virgula, eu já volto quando lhe mostrar que tenho tempo e espaço para todos e eu próprio perceber isso”

“Sabes, estás a crescer muito depressa e isso assusta-me…”

“Sabes… a mim também, mas tu ajudas-me”


A era das sogras de bigode e das noras perversas está tão em desuso como as princesas angelicais e as madrastas malvadas.

Terça-feira, Outubro 07, 2008

Um momento bem disposto





Sexta-feira, Setembro 26, 2008

Publicidade e Arte

Dez da manhã, levanto-me, primeira mijinha, lavo as mãos e a cara e subo o estore.
Meio zonzo, ligo o computador. Enquanto ele se instala, os meus olhos lutam por vencer a luz do sol que já inundou o escritório. Meto a ****** e o Gmail avisa que tenho quatro novas mensagens. Sobre as duas primeiras:


Serviços domésticos

Trata-se dum filme publicitário a “Móveis para divorciadas”, duma reputada marca. Práticos e modernos, com dupla função, respondem a uma crescente faixa de mercado. Para elas, as instruções mais parecem um mapa de estradas em obras e, ainda por cima (e debaixo), sem a ferramenta necessária, não vão longe. Logo, imagino que o tipo metido no gavetão seja um “amigo com jeito para montagens” e naquele fim-de-semana foi lá, apenas, “dar uma mãozinha” mas não vai ser apresentado aos filhos dela que, entretanto, regressam de casa do pai.

Elas separam-se e depois desenrascam-se como podem. Sabem do lugar das coisas e da sua função mas, sózinhas, não dão conta do serviço. O meu apoio.


Arte nua e crua

Sempre achei que Serralves (com pena minha) ficava no Cu de Judas. Afinal parece que é ao contrário. Bem longe de Cascais.

Mal abri o mail, dei de caras com o dito cujo!

No momento senti-me incomodado, enojado e, de algum modo, violado na minha integridade. Com que lata o artista ousou expôr aquele ponto de vista e qual a motivação de quem lhe abriu as portas (das trás?) de tão distinto museu?

É preciso arrojo, numa grande dose de descaramento, para alguém exibir o orifício traseiro numa demonstração pública de falta de pudor. Não há tela que aguente e se sujeite ao prazer dum analfóbico que nela resolveu esfregar o ávido pincel. Com tal destino nem o cavalete lhe valeu.

Fiquei a matutar na busca de um ponto de vista mais condescendente. A cultura acima de tudo. Embora não ponha lá os cotos, admito já ter visto coisas piores em lugares mais famosos e também bem frequentados. Já vi sangue e dor, retratados por famosos, com direito a prémios. Nada contra desde que esse dinheiro fosse para os vitimizados modelos e para minimizar ou acabar com as guerras, as doenças e a fome que os perseguem. Sou apreciador do erotismo e de todas as artes que o exprimam. As mãos, os olhos, o nariz, os lábios e a língua são pedaços de nós e dum todo atreito a afectos e emoções.

Sujeito a reacções, pode um buraco suscitar diversas opiniões. Para mim um buraco “é nada com uma coisa à volta”, daí eu não dar, sequer, cinco tostões por muitas “obras” feitas sem coisa nenhuma. Se o objectivo é passar mensagens, façam-no ao vivo em sítios com mais gente.

Quarta-feira, Setembro 24, 2008

O humor é curtido

Nesta dita Sociedade (de irresponsabilidade limitada) é lamentável que o humor não se encontre instituido. Não há nenhuma lei, tratado ou organismo que o reconheça. Não conheço.

A política, a economia, a saúde, a educação, a segurança, a justiça, a informação, a ciência, a tecnologia, o desporto, e tanta coisa mais, têm o seu merecido lugar na organização do espaço social. Não lhes faltam porta-bandeiras na rua, no papel e nas instituições. Bem-haja a quem as reclama, promove e defende. Não contesto.

A magia do palhaço, a piada oportuna, a cena cómica, o gesto divertido, a anedota, o texto satírico, o discurso irónico, etc, são estímulos desinibidores e indicadores de actividade mental de e para quem se manifesta. Confesso, no entanto, já me ter surpreendido a rir de cenas tristes e inflamados discursos com que alguns sorumbáticos poderosos nos brindam. Involuntáriamente, decerto. Não nego.

O humor é a consciência que fazemos do nosso quotidiano. É grito de alerta e arma de defesa e ataque. Confronta, desperta, transforma e marca. Liberta-nos perante a vida, sem ele que graça teria? Não tem limites ou barreiras e não se confina a bandeiras: é universal e livre. Composto de ciência, inspiração e arte, nessa coisa indefinível. É filosofia. Não contesto.

Somos um universo de emoções e, conscientemente ou não, giramos à volta delas. Das nossas e dos outros. Para o bem e para o mal. Aos anos que vamos carregando, acrescentamos tiques de rigidez que nos tornam ainda mais velhos. Se dermos folga aos músculos do rosto ele cai, como um pano. Por isso me inquieto. Não o praticamos. Não o promovemos. Não o exigimos. Não desisto!


Factos, constatações e interrogações:

o político ri para todos; o génio ri dele próprio; o cego não vê piada em nada; o pobre não tem piada; o rico conta piadas; o coxo, o fanhoso e o gago dão vontade de rir; o avarento não dá um sorriso; o tímido ri de boca fechada; o gordo tem muita piada; o vizinho ri da desgraça alheia; o ignorante ri de tudo e de nada; o convencido ri de lado; o general não pode ordenar um ataque de riso; o humor negro tem um lado cómico; o brasileiro parte o coco a rir; o africano parte a moca a rir; o chinês tem sorriso amarelo; as crianças riem de nós; a Graça está em Lisboa; anedota boa é loira; o alentejo tem montes de piadas; o economista ri pouco; o dentista ri entre dentes; o vigantivo riposta; o poeta rima; humor inteligente é snobismo; o ladrão rouba piada; a hiena ri de quê?; se rir é o melhor remédio porque é que não vem nas receitas médicas?
VIVA O HUMOR!

Terça-feira, Setembro 23, 2008

O meu "Pedaço" # 19

Há alturas na nossa vida afectiva em que somos capazes de nos comportar como autênticos refugiados, e por isso abrigamo-nos no beijo de quem estiver mais próximo, e escondemo-nos nos lençóis que se nos apresentam mais confortáveis.

Somos capazes de nos comportar como autênticas prostitutas de sentimentos, e de vendermos o amor que sentimos por um pouco de atenção... por um beijo fácil... por uma noite descomprometida... por um amanhecer a dois seguido de... nada...

Não temos medo, nem vergonha de nada, e sentimos que podemos amar à vontade, porque este tipo de relacionamentos não passam da alvorada.

Somos estúpidos... hipócritas... egoístas... e egocêntricos atordoados por delírios esculpidos no meio de dois corpos unidos pelo acaso, que depois se despem um do outro sem se despedirem...

It's always and only a one night stand...

Segunda-feira, Setembro 22, 2008

O rapaz que já estava morto!!!

Nunca aqui partilhei o meu pedaço "critico-social", hoje abro o coração e deixo algo que me surgiu em mente...


Bem bonita a história do rapaz que um dia decidiu mudar de rumo, largar o gosto do pó que encaminhava a sua vida para o abismo. Foi assim sem mais nem menos, que decidiu mudar, mudar de vez, largar para sempre as memorias que foi consumindo na prata, as memórias escritas ao sabor do garrote e á acidez do limão. Queria ser livre o rapaz, ser livre da dor e da agonia que o abraçava em cada gemido de pânico, em cada pedaço dessa penosa abstinência.

Bonita a história do rapaz, a história da garra, da força, do querer mudar. Mudar para sempre, sentir no rosto a brisa fresca da liberdade, desta sua nova liberdade. Menos bonita, a parte para si desconhecida, a parte em que o rapaz não sabia que já estava morto. Mesmo não estando vestido a rigor, deitado no mármore, o rapaz já estava morto.

Morto nos olhos secos de sua mãe, que tantas lágrimas derramou, em busca da esperança, do momento em que tudo iria finalmente ser diferente. Morto pelas preces humildes de seu Pai, que ao sabor do tempo foram caindo em descrença. Morto por tudo o que fez, por todas essas suas promessas esquecidas no pó, perdidas no tempo.

Por cada passo errado, por cada momento que raiva, por cada roubo, por cada pecado, rapaz acabou por morrer, não por dentro, mas por fora...
Podia ser diferente desta vez, podia ser diferente das outras inúmeras vezes em que prometeu mudar...

Demasiado tarde agora, demasiado tempo perdido, para adiar a sua própria morte.
Poderá mesmo alguém a nossos olhos morrer?
Não por dentro…mas por fora…

Sábado, Setembro 20, 2008

Lisboa: cidade adoptada


Em tempo de aniversário... uma cidade por adopção, Lisboa.
Há 13 anos, por ter entrado na faculdade, vim para Lisboa.
Aos poucos, foi-se tornando a minha cidade. Fui-a conhecendo aos poucos.
Passei a adoptar alguns sítios como preferidos.
Como locais para relaxar, como pontos de fuga.
Com o tempo, e com a vida, os percursos tornam-se rotineiros.
Ficamos a conhecer os cantos à cidade.

Há quem adjective Lisboa pela sua luz. Eu adjectivo-a pelo Tejo.
Este azul que lhe banha os pés é mágico, apesar de profundamente desperdiçado e separado da cidade.
Refrescante, não apenas do corpo, mas também da alma.
Lisboa. Uma cidade no coração.

Quinta-feira, Setembro 18, 2008

3º Aniversário

Parabéns ao "Pedaços de Nós"

Parabéns a todos nós...



Tal como numa família com laços de sangue, também no "Pedaços" tem sido necessário enfrentar as dificuldades inerentes a qualquer família. Sim, porque é disso que se trata quando falamos do "Pedaços de Nós"...

Um conjunto de pessoas emocionalmente ligadas, com dinâmicas próprias, que partilham as suas "histórias" em pequenos pedaços. E porque cada família tem as suas normas e regras próprias, a nossa não podia fugir à regra, e como tal, é uma família baseada num sistema de comunicação em interacção constante, com ritmos, intimidades, linguagens verbais, e estilos de vida diferenciados e muito próprios. Por aqui partilham-se afectos e crenças, e gerem-se também conflitos, porque como em todas as famílias, também por aqui há pessoas com valores e visões do mundo diferentes, mas em que se respeitam os espaços individuais de cada um.

E como nada é imutável, também no "Pedaços de Nós" tem sido assim, e por isso mesmo tem passado por diversas fases... Mas como se costuma dizer... "everything must change, nothing stays the same, and everyone will change, because no one stays the same".

Por isso, por esta família passaram ao longo destes três anos cerca de 30 pessoas. Algumas há que partilham este espaço desde o início, e como tal têm ajudado a acolher quem aqui chega de novo, ao mesmo tempo que têm visto partir alguns. Uns por vontade própria, outros devido a agruras e vicissitudes que a vida infelizmente por vezes nos reserva.

Queria deixar uma palavra para todos aqueles que mesmo sabendo que não têm a possibilidade de comentar, são visitas e leitores assíduos deste espaço. E acreditem que não são tão poucos assim. Para eles o nosso agradecimento, e também os Parabéns, porque também o merecem, e porque em certa medida também são responsáveis pela existência deste espaço. Para eles eu digo, que basta sentirem vontade e motivação para tal, para passarem a fazer parte desta família também, passando-se para o lado de cá. Basta querer, e demonstrar essa vontade através de email.

Tenho esperança que neste quarto ano em que este espaço vai entrar seja possível mantermo-nos todos unidos, e tentarmos acolher da melhor maneira os novos membros que possam surgir para esta família tentando fazê-los sentir em casa.

Por me parecer justo, não poderia deixar de fazer uma referência personalizada a todos aqueles que se foram mantendo mais participativos durante este ano que agora termina, e que por isso têm tido uma maior responsabilidade na existência e manutenção deste espaço. Daí o meu muito obrigado pelo seu grande contributo e empenho à foryou, à Alexandra, à Ana, ao Gonio, à Litinha, ao Tazaroteno, à Junior, ao Pedro Arunca, ao NunoSioux, e à Dä®k Añgë£.

A todos os outros membros desta família, eu diria que continuam a ser muito importantes, e que o vosso contributo é não só esperado como muito desejado.
Afinal estamos todos de PARABÉNS, e nada somos uns sem os outros...
Beijinhos e abraços a todos.

Quarta-feira, Setembro 17, 2008

Quem sabe, talvez um dia...

Pousada sobre a mesa jaz uma delicada flôr.
No passado arrancada á terra, hoje, dia após dia, inerte sobre a polida madeira do móvel de entrada.
Sim, tu sabes, é aquela rosa que te ofereci e que nunca levaste.
Sim, continua no mesmo local, tens o exclusivo acesso e direito de propriedade.
A flôr, que no passado era lisa e brilhante, está agora enrrugada e baça, o vermelho-vivo deu lugar ao cinzento-negro, talvez a côr de muitos dos meus dias.
Talvez, quem sabe, um dia a porta seja aberta, a flôr recolhida nas tuas delicadas mãos voltando novamente á vida, e este teu gesto provará que entraste na minha vida.
Quem sabe, talvez um dia...

Terça-feira, Setembro 16, 2008

Mantenha-se até...

«Mantenha-se no negócio até estar certo de ter encontrado um novo negócio promissor»

Frase citada com frequência por entendidos ou relacionados com o MKT ou vendas como fazendo todo o sentido.
E transpôr esta frase para as relações afectivas?
Ficaria algo assim:
"Mantenha-se numa relação até estar certo de ter encontrado uma nova relação promissora"
"Manter uma relação..."

Milhões de questões, problemas, concessões, alegrias, tristezas, muitas fórmulas e soluções.
..."até..."
"...estar certo..."
Venha o primeiro(a) que tenha certezas sobre algo na vida.
..."ter encontrado..."
Diariamente encontramos pessoas fantásticas, aquela infindável diversidade, que muito contribui para a confusão e dúvida.
..."uma nova relação..."
No seu ínicio são todas, até que o tempo e a erosão dos dias encarrega-se do resto.
..."promissora...". E não são todas? Projectos, planos e mais planos, espectativas criadas, e porque não, muitas promessas?
E no final de tudo?
Quanto a esta citação, adaptada ás relações humanas, não acredito estar terminada ou sequer ter tido o seu inicio, mas talvez o povo tenha alguma razão quanto ás "novas relações promissoras"...
"Mais vale um pássaro na mão do que dois a voar"...
É o que o povo diz...

Segunda-feira, Setembro 15, 2008

Alma Vazia...


Já te escapou a alma?

Acordar, abrir com esforço os olhos, ver com dificuldade o cenário lamacento da madrugada. Tentas a espaços erguer a cabeça latejante da almofada, mil e um pesos gravitacionais te empurram para baixo....
Entendes agora as histórias sobre a força da alma, provas o seu lado ensonso, o seu lado maldito.
Hum.....
Se custa assim tanto abrir os olhos, erguer a cabeça para o mundo, matem-me já! (suplicas)
Porque te doí?
Porque está vazia!
Quando te doí?
Quando aperto!
Então não apertes, não respires, deixa de bombear.
Ficarei isenta de dor?
Isenta de tudo, ficarás isenta de tudo! Sem sangue não há alma, sem alma não há dor!
É essa a hora do adeus?
Sim, é essa a hora do silêncio....
Mas não quero deixa de ouvir, não quero deixar de lamber, não quero deixar de sorrir!
Então aperta, aperta agora, aperta por mais que doa..... Um dia há de passar. Tudo há de passar....
Se não passar, deixo de apertar.....

Já te escapou a alma?

Domingo, Agosto 31, 2008

O meu amigo gato

Apenas nos conhecemos de vista, mas é um amigo que costuma estar nas traseiras do meu prédio.
Está ali, sereno, a dormitar, a olhar um além que desconheço.
Umas vezes, apenas olha para mim. Outras, aproxima-se para receber um mimo.
É o meu amigo gato.
Que gosta de permanecer.

Domingo, Julho 27, 2008

19 Verdades Absolutas!!!

1 - Para evitar filhos, faz amor com a tua cunhada. Só nascem sobrinhos...
2 - Todos os cogumelos são comestíveis. Alguns só uma vez...
3 - Tenta ser bom com os teus filhos. São eles que vão escolher o teu asilo...
4 - Nasci careca, nú, e sem dentes. Por isso o que vier, é lucro!!!
5 - Amigos vêm e vão, inimigos acumulam...
6 - Se o amor é cego, o que é preciso é apalpar...
7 - Se a mulher fosse boa, Deus tinha uma. E se fosse de confiança, o Diabo não tinha cornos...
8 - Sabem porque é o pão se queima, o leite entorna, e a mulher engravida?
Porque não se tira a tempo...
9 - Alguns homens amam tanto as suas mulheres, que para não as gastarem, preferem usar as dos outros...
10 - Pior que uma pedra no sapato, só um grão de areia no preservativo...
11 - Se um dia te sentires inútil ou deprimido, lembra-te só disto: Já houve um dia em que foste o espermatozóide mais rápido do grupo!!!
12 - Os trabalhadores mais incapazes são sistematicamente promovidos para o lugar onde possam causar menos danos: a chefia...
13 - Os chefes são como as nuvens, quando desaparecem fica um dia lindo...
14 - O que leva os homens a perseguir mulheres com quem não tencionam casar?
O mesmo impulso que leva os cães a perseguir carros que não tencionam conduzir...
15 - É melhor abrir um email com vírus, do que uma carta com antrax!!!
16 - As hierarquias são como as prateleiras, quanto mais altas mais inúteis!!!
17 - O teu futuro depende dos teus sonhos. Não percas tempo... Vai dormir!!!
18 - O amor é como a gripe, apanha-se na rua, e resolve-se na cama...
19 - Os Homens mentiam bem menos, se as Mulheres não perguntassem tanto...

E como estas verdades fazem tanto sentido para mim...

Segunda-feira, Julho 14, 2008

The Story

Esta é a música que neste momento está associada à publicidade da Super Bock... Aconselho a ouvir...

Brandi Carlile - The Story

All of these lines across my face
Tell you the story of who I am
So many stories of where I've been
And how I got to where I am
But these stories don't mean anything
When you've got no one to tell them to
It's true... I was made for you

I climbed across the mountain tops
Swam all across the ocean blue
I crossed all the lines and I broke all the rules
But baby I broke them all for you
Because even when I was flat broke
You made me feel like a million bucks
Yeah you do and I was made for you

You see the smile that's on my mouth
Is hiding the words that don't come out
And all of my friends who think that I'm blessed
They don't know my head is a mess
No, they don't know who I really am
And they don't know what I've been through like you do
And I was made for you...

Domingo, Julho 06, 2008

A caixinha que mudou o mundo

A caixinha que mudou o mundo, não foi a televisão, meus amigos. Foi uma caixinha espevitada de comprimidos azuis, e que diz na embalagem Viagra.
Nunca tive muito contacto com medicamentos, ainda que qualquer infância não seja infância sem brincar aos médicos. Curiosamente atraio imensa gente hipocondríaca. Será que vêem em mim a continuação dos problemas, ou a salvação?

Vamos lá a ver... não é vergonha nenhuma tomar Viagra. Pelo contrário. Felizes os que têm posses, e (à) vontade para o comprar. Para mim é que foi a primeira vez que estive com alguém que o fazia, e fiquei com uma ligeira taquicardia mesmo sem os tomar, e foram milhares as perguntas em atropelo que me surgiram na cabeça...

- Será que um homem se sente ofendido se uma mulher em pleno acto gritar... Viagraaaaaa? Será traição?
- Uma mulher deve oferecer-se para ir buscar os comprimidos com um copinho de água, ou devemos ignorar que ele os toma, para não o ofender?
- E andar com uma caixinha suplente na carteira será de mau tom?

Que fique bem claro que sou capaz de gostar de um homem que tome Viagra, porque isso apenas significará que ele é capaz de fazer das suas fraquezas o seu forte.

Quarta-feira, Julho 02, 2008

...

Partes mas ficas! Não posso deixar-te ir assim, sem mais nem menos... sem um adeus, sem uma despedida...

Não nos despedimos, lembra?! Por isso ficas! Mesmo que partas, ficas!

Ficas em mim... ficas nos espaços que partilhamos...

Ficas na cama onde nos amamos! Ficas-me na memória, no sentir, no corpo que possuiste...

Oiço-te a voz, toco-te a pele, penetro-te o olhar...

Sinto-te as mãos, beijo-te a alma, fundo-me em ti...

E tu... abafas-me o desejo, engoles-me a lágrima e despes-me da roupa... e de tudo!

Partiste mas ficaste!

Terça-feira, Junho 10, 2008

Orientações

A vida devia vir com GPS integrado

Domingo, Junho 08, 2008

Interrogação


Após longo tempo desaparecida, deixei-me por cá ficar, lendo o que já havia sido publicado. Reflexões, pensamentos... no fundo, todos eles de uma forma ou outra relacionados com a vida e vivências de cada um de nós. No centro, se formos ler com mais atenção, não existe uma postagem ou resposta que não tenha por base a interrogação que nos coloca a vida tal como a conhecemos e sentimos.

Há dias, entrando numa loja e no meio dos livros dei de frente com um livro que me chamou a atenção pelo nome. Nada mais, nada menos que "Como o acaso comanda as nossas vidas" de Stefan Klein. Nada satisfeita com o título e pensando no que este tipo de palavras nos podem fazer ler, resolvi ver em que estante estava arrumado o dito. Com ar interrogativo procurei e fui dar comigo na área de Psicologia. Psicologia? Que raio está isto aqui a fazer? Ainda não satisfeita folheei e voltei a folhear... António Damásio a comentar? Bem, deixa-me ver com mais atenção! Passei do ar interrogativo para o pasmado e, em seguida para o dilema: Compro/não compro? Acabei por não comprar levada pelo cépticismo mesmo vendo que as referências eram boas.

Hoje pergunto-me porque não o comprei eu?
Esqueci-me que Carl Jung também não deixava o "acaso ao acaso"!
Erro de palmatória!
Porque me lembrei disto hoje?
Porque ao ler-vos dei comigo a pensar na primeira pessoa do singular.
Ainda hoje, passados 13 meses, não consigo esquecer alguém que encontrei por mero "ACASO" e que me fez acreditar de novo no Ser Humano e nas grandes potencialidades que podemos ter se quisermos ou, se a isso formos levados. Durante 6 meses essa pessoa deu-me muito mais a nível de amizade e conhecimentos que muitos damos uns aos outros em anos!

Há 13 meses que não tenho quase todos os dias uma música à minha espera na minha caixa de correio, há 13 meses que não falo de música a fundo, há 13 meses que não falo da vida estando a morte tão perto, há 13 meses que ninguém me diz: "Devias ter sido maestrina!", há 13 meses que... tanta coisa...
Porque é que a vida por "ACASO" nos dá algo de BELO para em seguida nos deixar mais vazios?!
Que fazemos nós com esse espaço outrora tão preenchido e que agora mais não é que um abismo onde não existe nada, nem tão pouco tende para o infinito...

Domingo, Maio 25, 2008

“Tantos livros na estante. E acabo folheando o coração.” Eugénio Leandro

E quando a saudade aperta, quando o desejo é mais forte, quando o amor sangra, quando o pensamento vagueia...

Recrio-te, revejo-te, possuo-te...

Abraço-te... Abrasas-me...

Beijos reconhecem o corpo. Seios procuram as mãos. Bocas se saboreiam. Ventres se unem. Sexos enlouquecidos de paixão... quentes... firmes... húmidos...

A luz torna-se difusa. O mundo desaparece. Ficas tu...

Odor a corpos nus. Pele em chamas. Coração acelerado.

Deixas-nos voar! Fazes-nos voar! Já não és tu... somos nós!

Doces palavras proferidas em últimas caricias... Olhares encandescentes...

O mundo gira. A química vence a matemática. De dois se faz um, em fusão de escaldantes fluidos. Numa ternura desmedida. Numa explosão de desejo. Numa imensidão de amor.

Renasces!

E, quando raios de Sol penetram e fazem o sonho adormecer, aconchego-me no doce leito. Banho o sonho na tépida água do banho. Visto-me de mim... e de ti... Reinvento-te! Revivo-te!

Assim te vejo, assim te amo, assim te quero!

Assim me acordo...


Segunda-feira, Maio 19, 2008

O frasco da vida

Às vezes há textos com os quais nos "esbarramos" no meio da nossa "navegação" por este imenso "mar" que é a internet, e com os quais nos sentimos profundamente "tocados". Esta história provocou-me essa sensação, porque é uma situação que infelizmente já nos sucedeu a todos, que é deixar de ter tempo para os amigos, ou outras coisas às quais deveríamos dar mais importância.De facto às vezes esquecemo-nos destas pequeninas coisas...


Um professor diante da sua turma de filosofia, sem dizer uma palavra pegou num frasco grande e vazio, e começou a enchê-lo com bolas de golfe. A seguir perguntou aos estudantes se o frasco estava cheio. Todos estiveram de acordo em dizer que sim. O professor pegou então numa caixa de fósforos e vazou-a dentro do frasco. Os fósforos preencheram os espaços vazios entre as bolas de golfe. O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a responder que sim. Logo, o professor pegou numa caixa de areia e vazou-a dentro do frasco. Obviamente que a areia encheu todos os espaços vazios e o professor questionou novamente se o frasco estava cheio. Os alunos responderam-lhe com um sim retumbante.

O professor em seguida adicionou duas chávenas de café ao conteúdo do frasco e preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes riram-se nesta ocasião. Quando os risos terminaram, o professor comentou:

"Quero que percebam que este frasco é a vida. As bolas de golfe são as coisas importantes, a família, os filhos, a saúde, a alegria, as amigas, as coisas que vos apaixonam. São coisas que mesmo que perdêssemos tudo o resto, a nossa vida ainda estaria cheia. Os fósforos são outras coisas importantes, como o trabalho, a casa, o carro etc. A areia é tudo o resto, as pequenas coisas. Se primeiro colocamos a areia no frasco, não haverá espaço para os fósforos, nem para as bolas de golfe. O mesmo ocorre com a vida. Se gastamos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teremos lugar para as coisas que realmente são importantes. Presta atenção às coisas que realmente importam. Estabelece as tuas prioridades, e o resto é só areia".

Um dos estudantes levantou a mão e perguntou: "Então e o que representa o café?"
O professor sorriu e disse: "Ainda bem que perguntas! Isso é só para lhes mostrar que por mais ocupada que a vossa vida possa parecer, sempre há lugar para tomar um café com um amigo".

Quando as coisas da vida vos parecerem demasiadas, lembrem-se deste exemplo do frasco, porque vale sempre a pena parar e pensar um pouco nestas palavras...

Sexta-feira, Maio 16, 2008

Duffy... Have Mercy!

Três… um número de sorte, um número vulgar, ou então aquele número que representa o número de semanas em que Mercy se encontra no nº1 da tabela de singles no Reino Unido. Desta vez, o blogue tem que obrigatoriamente ter um post especial sobre a menina Duffy.

Mercy entrou para o nº1 sem ter sido editado em suporte de cd, o que é um outro efeito histórico a adicionar ao facto que em 25 anos nenhuma cantora galesa tinha sido capaz de fazer o mesmo. Rockferry é o título do álbum , e que se espera que acompanhe o sucesso deste single que nos reporta para outros tempos, outras viagens, outros momentos.

Duffy é oriunda do País de Gales, e tem 23 anos, mas um pujança única e muito forte o que, mais uma vez, dá para dizer que a idade é apenas um número. É verdade que Duffy canta, encanta e dá-nos aqueles momentos únicos ao som da sua voz peculiar e genuína! Um arrepio único e fantasticamente perfeito de uma das mais recentes e mais interessantes revelações de 2008...
Até lá, deixo-vos aqui a letra da música "Mercy"

I love you
but I gotta stay true
my morals got me on my knees
Im begging please stop playing games

I dont know what this is
cos you got me good
just like you knew you would

I dont know what you do
but you do it well
I'm under your spell

You got me begging you for mercy
why wont you relase me
you got me begging you for mercy
why wont you release me
I said release me

Now you think that I
will be something on the side
but you got to understand
that I need a man
who can take my hand yes I do

I dont know what this is
but you got me good
just like you knew you would

I dont know what you do
but you do it well
I'm under your spell

You got me begging you for mercy
why wont you relase me
you got me begging you for mercy
why wont you release me
I said you'd better release yeah yeah yeah

Im begging you for mercy
yes why wont you realse me
Im begging you for mercy

you got me begging
you got me begging
you got me begging

Mercy, why wont you realise me
Im begging you for mercy
why wont you release me

you got me begging you for mercy
Im begging you for mercy
Im begging you for mercy
Im begging you for mercy
Im begging you for mercy

Why wont you release me yeah yeah
break it down

Quinta-feira, Maio 15, 2008

Máscaras

Hoje fui visitar o Museu do Oriente, onde está uma interessante exposição sobre máscaras da Ásia. Fica uma imagem:

E em jeito de reflexão: atrás de que máscaras nos escondemos? Quantas máscaras temos? Gostamos do que vemos ao espelho?

Quarta-feira, Maio 14, 2008

Esclarecedor

Há uma velha piada de Belfast acerca do homem a quem mandaram parar num bloqueio de estrada e perguntaram qual a sua religião. Quando o homem disse que era ateu perguntaram-lhe: "Ateu protestante ou ateu católico?"

Christopher Hitchens, God is not Great

[lido aqui]